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Dúvidas frequentes
Esta seção reúne respostas para dúvidas comuns sobre saúde mental, avaliação psiquiátrica, acompanhamento terapêutico, uso de medicações, sinais de alerta e orientações gerais sobre tratamento. As informações têm caráter educativo e não substituem uma avaliação médica individualizada.
Sobre a consulta psiquiátrica
A avaliação psiquiátrica pode ser indicada quando sintomas emocionais, comportamentais, cognitivos ou relacionados ao sono passam a causar sofrimento, prejuízo na rotina, dificuldades nos relacionamentos, queda de rendimento escolar ou profissional, isolamento, irritabilidade persistente ou mudanças importantes no comportamento. Também é importante procurar ajuda diante de sintomas como tristeza persistente, ansiedade intensa, crises de pânico, alterações importantes do sono, pensamentos acelerados, desatenção, impulsividade, oscilações de humor ou sofrimento psíquico significativo.
A primeira consulta é um momento de escuta e avaliação cuidadosa. São investigados os sintomas atuais, histórico de saúde mental, antecedentes médicos, uso de medicações, sono, rotina, contexto familiar, escolar ou profissional, além de fatores que possam estar contribuindo para o sofrimento. O objetivo é compreender o quadro de forma ampla e construir um plano terapêutico individualizado.
Não necessariamente. O uso de medicação depende da avaliação clínica, da intensidade dos sintomas, do diagnóstico, do grau de prejuízo funcional, dos tratamentos já realizados e das preferências do paciente ou da família. Em alguns casos, o acompanhamento pode envolver orientações, psicoeducação, psicoterapia, mudanças de rotina, intervenções familiares ou articulação com escola e outros profissionais. Em outros, a medicação pode ser uma parte importante do tratamento.
Crianças e adolescentes
Sim. A psiquiatria da infância e adolescência avalia questões emocionais, comportamentais e do neurodesenvolvimento, como ansiedade, depressão, TDAH, TEA, TOD, irritabilidade, alterações do sono, dificuldades escolares, isolamento, prejuízos sociais e mudanças importantes no comportamento. Na avaliação, é comum que a escuta envolva também os responsáveis e, quando necessário, informações da escola ou de outros profissionais que acompanham o paciente.
A avaliação costuma incluir conversa com os responsáveis, escuta da criança ou adolescente conforme idade e desenvolvimento, revisão do histórico de saúde, desenvolvimento, comportamento, sono, alimentação, escola, relações familiares e tratamentos prévios. Em alguns casos, podem ser solicitados relatórios escolares, avaliação neuropsicológica, avaliação fonoaudiológica, terapia ocupacional ou outros encaminhamentos, conforme a necessidade clínica.
Modalidade, convênio e documentos
Sim, quando clinicamente adequado, o atendimento pode ser realizado por telemedicina. A modalidade online pode ser útil para acompanhamento, orientações e avaliações em diversas situações. Em alguns casos — especialmente em avaliações de crianças pequenas, quadros graves, risco clínico ou necessidade de exame mais detalhado — a consulta presencial pode ser mais indicada.
Sim. Os atendimentos por convênio são realizados na Clínica Protheus, em Curitiba, conforme os planos aceitos pela clínica. Também realizo atendimento presencial particular pela Acesso Saúde, em Colombo. Consultas particulares podem ter possibilidade de reembolso, conforme as regras do plano de saúde. Consulte pelo WhatsApp os convênios, valores e horários disponíveis.
Quando houver indicação clínica, podem ser emitidos documentos médicos, como receitas, atestados, declarações ou relatórios. A emissão depende de avaliação médica e deve refletir as informações observadas ou relatadas durante o atendimento, sempre respeitando critérios técnicos e éticos.
Sigilo e urgências
Sim. O atendimento médico é protegido por sigilo profissional. As informações compartilhadas em consulta são tratadas com confidencialidade, conforme os princípios éticos da prática médica. Em atendimentos de crianças e adolescentes, o cuidado também envolve diálogo com os responsáveis, respeitando a idade, o desenvolvimento, a segurança e a necessidade clínica de cada caso.
Não. O WhatsApp é destinado ao agendamento e a orientações administrativas. Em casos de risco imediato, ideação suicida com risco iminente, tentativa de autoagressão, agitação intensa, surto psicótico, intoxicação, confusão mental importante ou emergência médica, procure um pronto atendimento, serviço de emergência ou acione o SAMU pelo 192.
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Envie sua pergunta pelo WhatsApp. Lembrando que este canal não deve ser usado em situações de urgência — em caso de risco imediato, procure um pronto atendimento ou ligue para o SAMU (192).
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